Especial de 14 anos da Putz EP13 | Lucas Hanke da Identidade, Celeste, Marquise 51

Especial de 14 anos da Putz EP13 | Lucas Hanke da Identidade, Celeste, Marquise 51

A Rádio Putzgrila completou 14 anos em setembro, e pra comemorar preparamos um final de semana cheio de entrevistas com músicos, comunicadores, produtores e agitadores culturais.

A 13ª entrevista foi com o Lucas Hanke, músico, compositor, produtor cultural e musical das bandas Identidade, Celeste e da Marquise 51.

Como está sendo esse ano de 2020?

“Quando o ano surgiu era tipo “Os anos loucos de Paris” tínhamos feito um Morrostock em 2019 muito bacana, no carnaval o MorroDália uma experiência de quase 10 dias, e quando chegamos de lá a pandemia fechou tudo, tínhamos vários shows agendados, tivemos que transferir e depois cancelar, reprogramar para o ano que vem. A Marquise 51, tivemos que fechar o casarão, mas seguimos pelas redes sociais, criando festivais on-line, novos conteúdos, se adaptando sempre”.

E os teus trabalhos?

“Ano passado lancei um primeiro single solo, estou com uma banda nova (de um ano e pouco) que é a banda Celeste, que tem um estilo definido. E eu queria fazer uma coisa minha, que pirasse no que quisesse, sem pensar em estilo musical, em rótulos, aquilo que vier na cabeça…então lancei a música “Sombra das Capitais” tinha algumas coisas gravadas, mas estava meio devagar, como tempo em casa e a pandemia comecei a produzir mais. Lancei “Não deixe de sonhar”, lancei Locura, e agora o Bug total e tô gravando mais um novo single e pretendo ficar lançando singles virtuais”.

O que acha de rótulos na música?

“Eu acho que o rótulo é necessário, as pessoas sempre tentam rotular pra colocar dentro de um universo… pop rock, indie na música.. assim como cinema, terror, drama, comédia. O rótulo é para as pessoas procurarem o que escutar… o músico não precisa se prender, o músico ligado na cena independente pode colocar todos os elementos e fazer música. Rock gaúcho por exemplo é um rótulo, faz parte, assim como o Rock Paulista”.

O que tu fazia em 2006?

“Em 2006 estava lançando o segundo disco da Identidade, o Jogo Sujo, foi um momento muito bom da banda, fazendo o circuito RS, PR, SC, SP, Nordeste, circulamos muitos por festivais, íamos a São Paulo praticamente todo mês, fazíamos 8 a 10 shows por mês por lá, era um momento efervescente do novo rock, com a ascensão da Cachorro Grande com a gravadora, parece que a cena do Rock Gaúcho voltou a ser olhada, foi uma nova conexão. Também tocava com o Júpiter Maça em uma era pré-Marquise, trabalhava de casa, produzia a banda, o Júpiter e festas no beco, no próprio Garagem, casa do rock na Santana, mil coisas”.

Se tu tivesse que apresentar um música rock pra alguém, qual seria?

“Pinball Wizard do The Who”

Que música tu considera um rock estranho?

“Rock industrial”

E um disco estranho, que tu curte?

“Tem o disco do Flávio (Júpiter Maçã) Hisscivilization

Qual a mulher mais foda do Rock?

“Tina Turner é foda, Aretha, Etta James, mais recente a Amy Winehouse”

Dica do Lucas Hanke: “Escutem música, Rock é cultura, arte independente, De play no seu artista, siga nas redes sociais!”

Confira a entrevista na íntegra, feita por Pedro Fonseca no dia 19 de Setembro de 2020 a partir 14:38 minutos

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entrevista Mumu e Lucas Hanke

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