Cantora curitibana: “Sylvestra Bianchi” regrava clássico da Banda de Punk Rock “The Clash” em versão Blues

Cantora curitibana: “Sylvestra Bianchi” regrava clássico da Banda de Punk Rock “The Clash” em versão Blues

Ouça: “Should I Stay or Should I Go” do The Clash na voz de Sylvestra Bianchi

“Should I Stay or Should I Go” é uma canção da banda britânica de punk rock the Clash, do álbum Combat Rock. Foi escrita em 1981 e apresenta Mick Jones no vocal principal.

Tornou-se o único single número um da banda no UK Singles Chart, uma década depois de seu lançamento original.[4] Em novembro de 2004, foi classificada em 228 na “Lista das 500 melhores canções de todos os tempos da Revista Rolling Stone”

Após quatro singles autorais, Sylvestra Bianchi, a cantora curitibana criadora do

Rock Cósmico, lança versão cover da música “Should I Stay or Should I Go”, no ritmo de blues, mais intimista. Música que é hit da Banda de Punk Rock “The Clash”. Tornou-se o único single número um da banda no UK Singles Chart, uma década depois de seu lançamento original.

O single lançado dia 22 de Outubro nas plataformas digitais, e videoclipe no YouTube da artista dia 26 de Outubro, chega com simplicidade para destacar o vocal da artista, com identidade vintage e uma pitada de sensualidade. 

Música e vídeo produzidos pelo renomado músico paranaense e produtor musical

“Leomaristi”, com seu projeto “Estúdio na Mochila / TV de Bolso”.

Sylvestra Bianchi:

Sylvestra Bianchi é um nome espiritual, representa uma energia cósmica!

 Fotógrafo Fabiano Guma

A Identidade é referenciada com empatia, empoderamento, o propósito do trabalho da luz, a referência nas sementes das estrelas, deusas cósmicas e mitológicas, energia de seres elementais e angélicos. Explorar a espiritualidade, percorrer a multidimensionalidade, sondar a mitologia, investigar a ufologia, entender nossos medos e transitar para uma vida mais completa e feliz.

Este é o objetivo de “alma” da artista Sylvestra Bianchi, que traz estes temas com a ousadia do rock cósmico, a elegância dos clássicos do rock, a coragem do hard rock, a nobreza do rock progressivo, o destemor do rock psicodélico, a beleza do blues e a valentia do jazz.

Discografia:

LightWorkers (2019)

Lemurian Warrior (2020)

Athena (2021)

Astral Larvae (2021)

Astral Larvae – Lyric video (2021)

Should I Stay or Should I Go (2021)

Cosmic Rock:

Nossas músicas variam de um estilo para outro, trazendo aspectos do Rock Clássico, Hard Rock, Rock Progressivo, Rock Psicodélico, Blues, um pouco de Jazz e Bossa Nova. Queremos transmitir a cada verso o instrumental necessário para sentir nossa mensagem. Nosso instrumental traz mensagens e consciências que auxiliam no autoconhecimento e elevam a vibração. 

Nós não queremos usar o termo “Rock Psicodélico” porque alcançamos a consciência sem a ajuda de alucinógenos. E se você verificar a definição do estilo psicodélico, esta associação está presente.

Cosmic Rock refere-se ao conceito de universalidade, multidimensionalidade, falamos em energia, falamos em física quântica, falamos em espiritualidade, falamos em Deus, em mitologia, ufologia e, portanto, transformamos nosso som em Rock Cósmico.

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Tchaina Bass

Tchaina Bass

Atua como baixista das bandas: Capa Preta Rock, Exclusão Social e Ligante Anfetamínico. Fundou o Selo Sub_Discos.

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