ROCK DE BRASÍLIA EM DEBATE: Geração Baré-Cola – Usuários de rock

Geração Baré-Cola – Usuários de rock, que aborda o rock brasiliense dos anos 90, tem exibição no dia 21 de abril, às 19h30, na Cinemateca Capitólio Petrobras. Após a sessão, será realizado um bate-papo aberto ao público com a presença do diretor Patrick Grosner e mediação do músico, colecionador de discos e agitador cultural Daniel Villaverde. O público interessado também poderá adquirir o filme em DVD e BluRay (que contam, na seção de extras, com fotos e videoclipes de bandas). Entrada franca.

Mais do que uma testemunha ocular (e auditiva!) do rock de Brasília, Patrick Grosner registrou em incontáveis fotografias a efervescência da cena que tomou conta da cidade nos anos 90 – e que revelou para o resto do país bandas como Raimundos, Little Quail e Maskavo Roots. Foi com este privilegiado olhar de insider que Patrick conduziu sua estreia na direção cinematográfica, o documentário Geração Baré-Cola – Usuários de rock.

Geração Baré-Cola – Usuários de rock

Documentário. 73′. DCP/35mm. cor. Brasília.
Produção 2014 / Lançamento/2017.

Direção: Patrick Grosner

Bandas presentes no documentário: Animais dos Espelhos, Akneton, BSB-H, Câmbio Negro, Deja Vu, DFC, Divina Tragédia, Dungeon, El Kabong, Feijons Band, Filhos de Menguele, Flammea, Kratz, Little Quail and the Mad Birds, Low Dream, Maskavo Roots, Os Alices, Os Cabeloduro, Os Cachorros das Cachorras, Os Wallaces, Oz, Pravda, PUS, Raimundos, Restless, Roque & Os Biles, Royal Street Flash, Vernon Walters e Zona.

Sobre o filme:

Geração Baré-Cola – Usuários de Rock é um documentário sobre a geração do rock brasiliense da década de 90. Com material inédito de arquivos, entrevistas e demo clipes, o filme narra de um jeito divertido histórias de músicos e suas bandas.

Sobre a Cinemateca Capitolio:

A Cinemateca Capitólio Petrobras é um centro cultural dedicado única e exclusivamente ao audiovisual. O prédio faz parte do imaginário coletivo da capital gaúcha, uma vez que desde 1928 o espaço abrigava um dos maiores e mais conhecidos cinemas da cidade, que funcionou ininterruptamente até 1994. O projeto arquitetônico do prédio da Cinemateca Capitólio Petrobras, realizado ao longo da primeira etapa de resgate e restauração, foi elaborado pelos arquitetos Marcelo Fernandez e Telmo Stensmann, com a supervisão da Equipe do Patrimônio Histórico e Cultural da Secretaria Municipal da Cultura e do Escritório de Projetos e Obras da Secretaria Municipal de Obras e Viação, e procurou preservar as características originais do edifício, que é tombado pelo município e pelo estado.

A partir do projeto desenvolvido pela Fundação Cinema RS, com apoio do Ministério da Cultura através de patrocínio da Petrobras e BNDES, foram realizados amplos processos de restauração, reciclagem e ocupação, dando origem a um espaço de 1.730 m² de área construída, dispostos em quatro pavimentos (além de um subsolo) e divididos em dois prédios anexos, um destinado à circulação de público e área administrativa e outro, de acesso independente, destinado ao acervo.

 

Fonte: Cinemateca Capitólio

 

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