KISS incendeia Porto Alegre

A banda nova-iorquina KISS literalmente ateou fogo no Gigantinho, em show realizado na noite do último dia 14 de novembro. Mesmo entrando no palco com 02 horas e meia de atraso, o quarteto mascarado empolgou o público presente ao ginásio em uma apresentação que contou com 18 músicas e muitos efeitos de palco, que justificaram a demora.

O KISS veio à Porto Alegre com os fundadores Gene Simmons e Paul Stanley, acompanhados de Tommy Thayer e Eric Singer. É a primeira vez que a capital gaúcha acompanhou essa formação ao vivo, que está rodando o mundo com a turnê Monster, título do vigésimo álbum de estúdio da banda lançado nesse ano.

O show teve início às 23:30 com a clássica ‘Detroit Rock City’, que surgiu em meio a várias explosões de fogo e com os integrantes aterrissando no palco. Desde a primeira música, o espetáculo (e esse de fato é o termo mais apropriado para o que se viu) foi contagiante, com uma performance que poucas bandas de rock do planeta poderiam desempenhar.

Após conquistar o público já de saída e corresponder à expectativa de “sim, estou vendo um mega-show de rock”, o KISS colou outro sucesso, ‘Shout It Out Loud’ na sua segunda execução da noite. Em seguida apresentou alguns sons de seu mais recente trabalho, Monster, como, por exemplo, ‘Hell or Hallelujah’.

‘Live It Loud’ levantou definitivamente o público, que em uníssono cantou junto com Gene Simmons esse outro grande clássico do KISS, cena que se repetiu quando a banda tocou ‘Psycho Circus’, ‘Black Diamond’, ‘Lick It Up’ e ‘I Was Made For Loving You’, as duas últimas já no bis.

Durante todo o show, pirotecnias, explosões e as projeções ao fundo do palco aguçavam ainda mais o entusiasmo de se estar vendo os clássicos da banda bem de perto. Uma apresentação de gala, que foi coroada com uma chuva de papel picado ao som de ‘Rock and Roll All Nite’, música que encerrou a apresentação. Ao fim do espetáculo impecável, de uma banda que correspondeu a toda a sua história, ficou uma certeza – enquanto o KISS realizar turnês, ainda existirão grandes shows de Rock’n’Roll no mundo.

Texto: Manoel Canepa
Fotos: Kin Viana e Manoel Canepa

Manoel Canepa

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